domingo, 10 de julho de 2016

Ah, você então é Profeta?

Ah, você então é Profeta? Tem ordem de Deus para denunciar o pecado e a corrupção? Não aceita a mornidão, frieza, indiferença nas Igrejas, nem a ligação dos seus líderes com o ocultismo, a maçonaria e o comunismo? E está hoje usando as redes sociais para protestar contra tudo isso? 

Então prepare-se para ser caçado como a um rato, para ser ignorado, prejudicado e incompreendido por "amigos e irmãos", ser traído e entregue aos políticos para ser destruÍdo seu bom nome. Seus algozes não deixarão de ler nenhuma vírgula que publicar nas redes sociais, embora finjam que não lêem nada mas, é a primeira coisa que fazem ao abrir a internet. 

Você se tornou um filho pródigo comendo as bolotas dos porcos dentro da casa do seu próprio pai e não em campo inimigo. É provável que você tenha desejado a morte como o Profeta Elias. Mas eu tenho algo a lhe dizer. Não pare! É por sua causa do seu ativismo que essa nação ainda não foi para o buraco. 

É por sua causa e seus alertas constantes que as ameaças tem sido dissipadas e o povo despertado a reagir e evitar o mal. Seu galardão é tão grande, se soubésseis! Prossiga apesar das pedradas pois, está chegando a hora de ouvires: "Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor." Mateus 25:23. Receba!!!



Ricardo Ribeiro
Servo
MINAR - Ministério para o ARREBATAMENTO.

O Temor do Senhor - Por Neia Brito.

"Mas para vós, os que TEMEIS o meu nome, nascerá o sol da justiça, e cura trará nas suas asas; e saireis e saltareis como bezerros da estrebaria. Malaquias 4:2.

O temor a Deus não é o mesmo que ter medo dele.É um sentimento de reverência que tem aquele que o reconhece como Senhor em sua vida.

O temor é a base para andarmos com sinceridade no caminho que Deus nos propõe.Sim,devemos temer sua disciplina, embora Ele corrija com amor.

Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho. (Hebreus 22:6)

Aquele não recebe a disciplina não é filho, mas bastardo.

O TEMOR do Senhor é o princípio da sabedoria, e o conhecimento do Santo a prudência .
Provérbios 9:10

Esse temor a Deus nos levará a compreensão do quanto Deus não tolera o pecado,e como será terrível seu julgamento.O conhecimento do Senhor nos leva a prudência,passamos a avaliar os riscos de estar profanando o sagrado.

Ao sentir medo,não significa que estamos temendo a Deus,mas quando respeitamos o Senhor e observamos sua lei,quando olhamos para seu imenso amor e compaixão e escolhemos servi - lo,quando buscamos sua Santidade,quando buscamos o arrependimento,estamos em temor...
Qual é o homem que TEME ao Senhor? Este lhe ensinará o caminho que deve escolher.(Salmos 25: 12)

O homem que teme a Deus...obedece.

E em todos os seus caminhos Deus guiará os seus passos.

Shalom😍"

Neia Brito

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Israel x Irã: menos "aliados", mais inimigos



Escrito por Heitor De Paola | 04 Abril 2012
Internacional - Oriente Médio

Khamenei é muito mais perigoso e mais capacitado que Ahmadinejad para formar novas alianças, como a já iniciada com o Egito. O Irã afirma que ajudará a qualquer país que lute contra Israel.


Como afirmei no artigo anterior, Obama rejeitou qualquer atitude mais efetiva em relação ao Irã, dizendo que novas “ações diplomáticas” ainda podem surtir efeito. Tal como Chamberlain em 1938 o queniano que preside os Estados Unidos prefere ações pacifistas. 

Com a enorme diferença que Chamberlain, ao que tudo consta, acreditava piamente em Herr Hitler, mas Obama sabe muito bem com quem está tratando, mas prefere negociar porque não se considera intimamente comprometido com o estado judeu. 

Pelo contrário, ao que tudo indica, é muçulmano e implicitamente prefere uma vitória do Irã que o livraria da chatice de ter que dialogar com Netanyahu ou outros líderes judeus.

Por outro lado, até os grãos de areia do Saara sabiam que a “primavera árabe” nada mais era do que a tomada do poder pelos fundamentalistas islâmicos em todos os países no entorno de Israel. 

Além dos mal intencionados que sabiam do que se tratava, só os tolos e idiotas úteis, que vibraram com o “fim das ditaduras” árabes e a queda dos terríveis ditadores Mubarak, Kadhafi, e ainda torcem contra Assad, comemoraram a vitória destes movimentos antissionistas.

Após a revolução que derrubou Mubarak as relações entre Egito e Israel se deterioraram. A Fraternidade Muçulmana, apesar de dizer que respeitará os Acordos de Camp David, não descarta negociar aquelas partes que considera “humilhantes” para o Egito. 

O Parlamento votou a favor da deportação do embaixador de Israel, Yaakov Amitai e a retirada do embaixador egípcio em Israel, já que “o Egito, após a revolução, nunca será amigo da ‘entidade sionista’ (note-se o uso desta terminologia que tinha acabado no Egito desde a paz selada por Begin e Sadat), o inimigo número um da nação árabe, e pediu um boicote por parte dos países árabes às companhias que fazem negócios com Israel como “apoio à resistência palestina”. 

O presidente do Parlamento, Saad al Katatni, formou um comitê parlamentar para monitorar as demandas exigidas do Executivo, como informou o jornal Al Masry al Youm. Estas exigências incluem a revisão de todas as relações e convênios com “este inimigo” que representa uma ameaça verdadeira para a segurança e os interesses nacionais egípcios. 

Além de exigir o fim imediato da exportação de gás, ainda sugere que o país deveria rever sua posição de subscritor do Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) até que Israel o subscreva também.

O historiador libanês Kamal Salibi afirmou que os árabes não são bons na guerra. Se pudessem guerrear como, por exemplo, os russos, Israel teria deixado de existir há muitos anos, nem teria comemorado seu primeiro aniversário [1]. “A Síria e o Egito tentaram três vezes e a Jordânia duas. 

O Hamas e OLP há décadas fustigam Israel com guerrilha, terrorismo e ataques de baixa densidade de foguetes, mas jamais chegaram sequer perto de ameaçar a existência de Israel”.

No entanto, a ameaça agora não é de um país árabe mal armado, mas de um Irã com capacidade de ataques de grande densidade com armas nucleares. 

Ninguém se engane que a derrota de Ahmadinejad perante Ali Khamenei, que conseguiu maioria no Majlis, mudará alguma coisa para melhor: só conterá, talvez, as diatribes furiosas do primeiro contra Israel, mas Khamenei é muito mais perigoso e mais capacitado a formar novas alianças, como a já iniciada com o Egito. 

O Irã afirma que ajudará a qualquer país que lute contra Israel. Não ficou claro se exportaria armas ou expertise nuclear, mas dada a ameaça do Parlamento egípcio de rever o TNP, é bem possível.

Enquanto isto, a guerra de nervos prossegue: Netanyahu ameaça a toda hora atacar o Irã, mas como disse Bernard Shapiro [2] numa entrevista ao site Accuracy In Media: “Estou farto de israelenses, americanos – todos que falam demais! Se tenciona atacar o Irã, faça-o logo. Não fiquem falando sem parar de uma forma desagradável e nauseante!

Por seu lado o Irã novamente ameaçou ontem (18/03) o fechamento do Estreito de Hormuz: o Ministro da Inteligência, Ali Falahian, afirmou que os EUA e a Europa devem esperar respostas duras do Irã, como o fechamento do Estreito, às sanções, principalmente o corte de relações com os bancos iranianos[3]. 

Como já escrevi antes, é muito mais ameaças visando relaxamento de sanções, pois existem na área quatro porta-aviões nucleares americanos e franceses e mais de uma dúzia de caça-minas e helicópteros com a mesma finalidade dos dois lados do estreito.

Notas:

[1] Nicholas Blanford, Warriors of God: Inside Hezbollah’s Thirty-Year Struggle Against Israel

[2] Shapiro é Fundador e Chairman de Strategic Studies e Editor da revista The Maccabean Online e publicou recentemente o livro The Battle for Eretz Yisrael: Jews, G-d, and Israel, 1992-2011. A entrevista pode ser ouvida ou lida na íntegra aqui.


Publicado no jornal Visão Judaica, de Curitiba.